Quem somos

    A gente nasceu de um incômodo.

    Anos dentro do mercado financeiro mostraram uma coisa que não sai da cabeça. Quem carrega o país nas costas é o último a ser atendido quando decide vender o que construiu.

    De perto, o mercado tem lado.E não é o do pequeno.

    Por anos, o fundador da MyDeal acompanhou o caminho financeiro completo das transações de compra e venda de empresas dentro de um dos maiores bancos digitais do país: crédito para aquisições, câmbio nos dois sentidos, contas escrow, controle de caixa de negociação. Viu de perto como o jogo funciona quando o cheque é grande.

    E viu o outro lado. A esteira de crédito processava todos os dias operações de empresas a partir de R$ 2 milhões de faturamento, donos que construíram algo real, e que na hora de vender não tinham a quem recorrer. Boutique de M&A não atende abaixo de R$ 50 milhões, banco não estrutura, e o resto do mercado ou cobra o que não entrega ou não entrega nada.

    A MyDeal nasceu pra ocupar esse lugar vazio.

    Quem coloca o país nas costas.

    Os pequenos e médios negócios são o Brasil de verdade:

    19%
    de todas as empresas do país, 24 milhões de negócios
    5,3%
    do PIB nacional
    16%
    dos empregos formais criados em 2025 saíram deles, mais de 1 milhão de vagas
    R$ 8
    de cada R$ 100 pagos em salário no Brasil vêm de um pequeno negócio

    Fonte: Sebrae, 2025-2026.

    Um setor desse tamanho não tinha um player de M&A dedicado a ele. Agora tem.

    Um mercado velho pra um Brasil novo.

    O M&A de pequenas e médias empresas no Brasil é dominado por quem parou no tempo: processos manuais, planilha por email, semanas pra responder, e uma lógica de boutique que só faz conta pra deal grande. Do outro lado, muita gente sem escrúpulo: promessa de comprador que não existe, "interessado" que só quer extrair informação da sua empresa, proposta boa demais pra ser verdade.

    O dono de empresa fica entre a lentidão de um e a má-fé do outro.

    Tecnologia com método, do seu lado da mesa.

    • Do seu lado, sempre.

      Só trabalhamos com quem vende. Sem conflito de interesse. Quando você ganha, a gente ganha.

    • Tecnologia de verdade.

      O Radar de Compradores cruza milhares de CNPJs pra encontrar quem compra a sua empresa. Você acompanha o processo pelo seu painel, não por telefonema.

    • Sigilo por desenho.

      Teaser anonimizado, NDA antes de qualquer dado, cada comprador registrado, cada interessado verificado. Segurança não é promessa, é processo.

    • Método de banco, tamanho de PME.

      A estrutura que só transação grande tinha, aplicada à sua.

    Quem conduz

    Heidar Hajji, fundador da MyDeal
    • Caminho completo do M&A no banco
    • +50 empresas avaliadas
    • +40 setores

    Heidar Hajji, fundador

    À frente de carteiras bilionárias no Corporate Banking de um dos maiores bancos digitais do país, Heidar acompanhou cada etapa financeira de uma transação de compra e venda de empresas: crédito para aquisições, câmbio nos dois sentidos, contas escrow para o pagamento seguro de todas as partes de um M&A, e controle de caixa e captação durante as negociações. Engenheiro de Produção pela FEI, Gestor de Negócios pela USP e especialista em avaliação de empresas, com passagem pela Amazon, fundou a MyDeal para colocar essa estrutura, antes exclusiva de grandes transações, do lado do dono de pequena e média empresa.

    Cultura MyDeal

    O que a gente acredita.

    1. Apenas situações de ganha-ganha

      A gente não fecha negócio que só é bom pra um lado. Se não fica bom pra você, pro comprador e pra gente, não fica de pé. Na prática a gente recusa empresas que não fazem sentido e diz o número que se sustenta, mesmo quando não é o que você queria ouvir.

    2. Fechado é fechado

      Aqui a palavra vale o fechado, e fechado é fechado. Não tem letra miúda, não tem "mas". O que a gente combina na conversa é o que entrega no processo: o sigilo, o prazo, o número. É assim que o dono de empresa faz negócio há décadas, e é assim que a gente faz também.

    3. Tecnologia primeiro

      Antes de colocar uma pessoa pra fazer uma tarefa, a gente pergunta se a máquina faz. Não pra substituir julgamento, mas pra sobrar gente pro que só gente resolve, que é a conversa, a negociação e a confiança. Quem trabalha com a gente opera IA todo dia, e a gente compete de igual pra igual com casas dez vezes maiores por causa disso.

    4. Contra a complexidade

      Vender empresa é complicado. A gente sabe, e é exatamente por isso que existimos, a complexidade é nossa, não do cliente. Se você precisou pesquisar pra entender a gente, quem errou fomos nós, não você.

    5. Desafiar o status quo

      O M&A de pequena e média empresa no Brasil é um mercado velho, lento e cheio de gente que se aproveita de quem não conhece o jogo. A gente não veio pra participar dele. Veio pra consertar.

    Todo mundo tem lado.Nós sentamos do seu.E ganhamos quando você ganha.